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Katak é Vitor Peixeiro, um artista multifacetado. Desde a música, passando pela fotografia, vídeo e teatro, em todas as áreas se entrega com paixão, tentando sempre inovar qualquer que seja a área a que se dedique. Multi-instrumentista, tenta expressar-se e criar sons diferentes, ora simplesmente utilizando a voz, ora tocando uma guitarra ou uma flauta. O seu cunho pessoal está patente em qualquer projecto que se envolva dado que não assume exclusivamente um único estilo musical. É o cruzamento das suas raízes multiculturais e pluriartísticas que resulta numa personagem abrangente e imprevisível.

Katak fez parte de projectos musicais como Snail, Fábrica de Sonhos, Lf Cool, Canto Nono, entre outros. Compôs a banda sonora para o documentário “Irmãos” de Pedro Magano, assim como o de “A Um Mar de Distância” do mesmo realizador. Uma colaboração que segue dando frutos. Neste momento, com Katak, Vitor Peixeiro inicia uma etapa a solo na qual deseja quebrar barreiras musicais e visuais com o trabalho “A Cappela” que será lançado em breve. 

It's all in the rhythm" é a primeira amostra de “A Capella” que, como o nome indica, foi totalmente gravado com a utilização exclusiva da voz para a criação e gravação dos temas.

Com produção e gravação de Vitor Peixeiro, “It's All in The Rhythm” surge da experimentação com loopstation e a “colagem” de camadas sonoras sobrepostas com o fim de criar um tema e não apenas improvisações sem rumo. 

O vídeo foi gravado na baixa do Porto na sua maioria. A edição esteve a cargo de Vitor Peixeiro.

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Mazgani com novo single e video The Travler

The Traveler é o novo single de Mazgani, que antecipa o próximo álbum de originais que chegará às lojas em Setembro. Depois do álbum de versões, Lifeboat, editado em 2015, em que nos trouxe a sua versão pessoal de temas de Chavela Vargas, Elvis Presley, PJ Harvey ou Leonard Cohen “gente que nos impede que o céu nos caia em cima”, como acertadamente se escreveu na imprensa portuguesa, é com The Traveler, que Mazgani regressa à escrita das suas próprias canções: "Julgo que a canção fala daquilo que não há e daquilo que não pode haver. Talvez seja a história de um viajante que se dirige para uma terra que se vai afastando", descreve o luso-iraniano.

O videoclipe para este tema foi realizado por Edgar Keats.

Sobre o novo disco

Mazgani produziu o novo disco juntamente com PEIXE, que também gravou guitarras. No baixo contou com Victor Coimbra e na bateria Isaac Achega. Este novo trabalho foi gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho.

 

"Entre a feitura dos arranjos e a gravação, todo o processo foi muito célere. Permitimo-nos uma abordagem orgânica e espontânea aos temas no estúdio, procurando não nos afastar do ímpeto inicial que as canções suscitaram na sala de ensaio. Muitas das primeiras soluções que encontrámos para as músicas são as que aparecem no disco. Esta abordagem só foi possível graças à singular capacidade de leitura das canções que o Nelson tem, ajustando imediatamente o leme de acordo com a direcção que queríamos seguir e a geografia que queríamos explorar". Mazgani

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Será já no próximo dia 31 que Mirror People, projecto paralelo de Rui Maia dos portuenses X-Wife, editará o seu segundo trabalho de longa duração, Bring the Light, sucessor de Voyager lançado em 2015.

Composto e gravado durante o ano passado, o novo trabalho é descrito por Rui Maia como sendo "mais urbano, pessoal e diferente do anterior. Neste disco quis abordar uma sonoridade mais sintética e forte que remete para o lado mais alternativo dos anos 80, sem perder o sentido pop das canções." 

​Em colaboração com vocalista Jonny Abbey, que também assina a mistura, Rui Maia invoca a influência dos filmes de Stephen King, a new wave dos Human League e Soft Cell, os primórdios do hip hop, a pop sintética mais recente dos Hot Chip ou o som de Minneapolis de Prince como algumas das referências para este novo trabalho.

Nas próprias palavras do autor: “Em Bring The Light quis voltar ao passado e retratar o futuro como era visto na altura. Falo precisamente da década de 80 em que a tecnologia era bastante limitada e a visão do futuro era bastante mais avançada do que na realidade é hoje em dia. Os instrumentos escolhidos para compor este disco, tiveram por base esse ponto. A inexistência de bateria acústica e o uso de diversos sintetizadores da época, foram uma prioridade de encontro à visão e solidificação da sonoridade para este segundo capítulo de Mirror People."

Os 10 temas que compõem este novo trabalho traçam um lado urbano de experiências vividas e imaginadas numa grande cidade: "Na era mais retratada deste disco, a inexistência de um mundo virtual levava à proximidade das relações, em Bring The Light a busca da experiência e do amor são os elementos principais, e todo o lado noturno, vibrante e sujo da cidade são o pano de fundo. Penso que o Jonny Abbey, autor das letras, conseguiu por em palavras a minha visão para este trabalho, focando temas que fazem parte do meu imaginário e da estética de Mirror People." remata Rui Maia.

A edição de Bring The Light está marcada para 31 de Março e estará disponível em CD e em todas as plataformas digitais.​

A festa de apresentação do disco acontece a 31 de Março, numa​ Listening Party no Incógnito Bar em Lisboa, com a presença de todos os membros que formam o projecto ao vivo. Todo o disco vai ser escutado, seguido de um DJ Set de Rui Maia.

 

Crime Scene

Como avanço para o novo álbum, Mirror People disponibilizou Crime Scene, novo single com video realizado por Vasco Mendes. Rodado na cidade do Porto, o video traça um episódio caricato na vida de uma detetive.

Crime Scene aposta numa sonoridade entre guitarras mais angulares ao género dos Franz Ferdinand com uma electrónica bastante forte e marcada em que ambos os elementos acabam por ser um bom cartão de visita para Bring the Light.

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Próximas datas:

31 de março – Listening Party, Incógnito, Lisboa

27 de Abril - Soir Jaa, Évora

28 de Abril - Carmo 81, Viseu

29 de Abril - Maus Hábitos, Porto

O Natal de Miguel Angelo

Uma canção de Natal é para todos os Natais, refazendo uma máxima popular, "Um Natal é quando uma canção quiser". "O Teu Natal" é uma canção lançada originalmente por Miguel Ângelo em 2013 e destinada a essa eternidade.

No espírito dos contos de Dickens, retrata os tempos mais conturbados que vivemos ultimamente, na perspectiva positivista - contaminada pela Quadra - de que tudo sendo passageiro, o nosso objetivo sejam as pessoas e não as coisas.

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Os Polegar apresentam EP de estreia

João Gomes, Rui Rosa, Tiago Cordeiro e Tomás Branco Gonçalves, são o grupo pop proveniente da cidade de Torres Novas. Em 2015 não conseguiram vencer o "I Concurso de Bandas Nova Música", nem completar todas as cadeiras da faculdade. No encerrar de 2016, a alegria é outra e vêem ser editado pela Azul de Tróia o primeiro registo fonográfico da carreira principiante, qual peteca de badminton esvoaçando pelo pavilhão gimnodesportivo.

O "Assalto À Residência" (AT019) foi gravado e misturado no Promontório, pelas mãos do Tiago Brito. A arte gráfica ficou a cargo do Henrique Salgueiro e não podia servir melhor o propósito. A produção da banda e a supervisão deste trabalho foi assumida pelo Pedro de Tróia.

A edição física de "Assalto À Residência" estará à venda no concerto de apresentação, dia 9 de Dezembro, no Musicbox (Lisboa). Os Polegar são uma das três bandas convocadas para a primeira "Galopante Festa", os bilhetes estão à venda e o essencial está aqui.

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”Blind By Choice” é o sinlge de estreia dos Zuuzaa

Novembro é o mês que marca a estreia do novo projecto sensação da música nacional. Os Zuuzaa revelam “Blind By Choice”, um tema ritmado que mantém viva a alma e a mensagem do bom e velho blues rock, extraído do álbum de estreia, “MARA”.

Graças ao selo da Music For All o projecto de Rafael Ribeiro, Inês Carvalho, Mariana Matoso, Rafaela Pereira, Bernardo Jorge e Matt Seybald chega finalmente ao mercado português, sendo esta a mais recente aposta de um extenso leque de artistas, e bandas, com provas dadas em Portugal e no estrangeiro.

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data. Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente, se tornou perceptível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa & The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Depois do lançamento do primeiro álbum de originais, intitulado “MARA”, está a decorrer o processo de gravação dos videoclips dos primeiros singles. Esta é também a fase em que surgem mais concertos e performances ao vivo, alimentando assim a paixão pelo palco, e pelo contacto directo com o público, espalhando a música, e a mensagem, por detrás de tão astutas criações.

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João Caetano estreia projecto a solo em português

Músico da banda inglesa Incognito

Trata- se do projecto musical a solo do cantor e percussionista João Caetano de 27 anos, jovem talento da Moderna Lusofonia.

O projecto, que assenta numa cultura de “preservação da tradição popular Portuguesa”, reinventa a tradição - aliando harmoniosamente tradição e modernidade. Valorizando a estética moderna, João Caetano levará a palco a sua voz ao sabor de temas originais e uma variedade de instrumentos onde se incluem os Bombos e a Guitarra Portuguesa.

João Caetano apresenta este novo projecto em Portugal já no próximo mês de Dezembro.

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3º Mercado de Música Independente

O Mercado de Música Independente - organizado e promovido por Rui Miguel Abreu (mente por detrás do virtual e radiofónico Rimas e Batidas) - regressa nos dias 19 e 20 de Novembro à Garagem da EPAL (Avenida da Liberdade).

A convite de Maria (que é como quem diz David Almeida) vamos estar lá a mostrar alguma da música que temos editado nos últimos cinco anos.

A entrada é gratuita.

Margarida Pinto (Coldfinger) está de volta

“BENDITA ERA EU” É O PRIMEIRO ORIGINAL EM 7 ANOS

O tema “Bendita era Eu”, primeiro avanço do álbum a ser editado em 2017, com produção entregue a Frederico Pereira, traz-nos uma Margarida envolvida em ambientes pop electrónicos tão actuais quanto sofisticados, a cruzar assumidamente a língua portuguesa com uma sonoridade musical global. O videoclip, realizado por José Pedro Sousa, já está disponível.

Margarida Pinto levanta assim o véu sobre o seu terceiro trabalho de originais em tom de recomeço, com um percurso marcado por uma transformação pessoal e criativa que não poderia deixar de se reflectir no novo disco. “Apontamento”, o primeiro álbum a solo de Margarida Pinto, editado em 2005, apresentou-nos uma Margarida de voz melódica e de ambiente jazzístico e poético, registo que viria a ter continuidade no EP “A Aprendizagem” de 2009, num percurso que começou emprestando a voz aos ambientes trip-hop dos Coldfinger.

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Apresentação ao vivo dia 2 de Dezembro no Porto

Depois de dois álbuns editados em 2014 e 2015 (Lo-Fi Hipster Sheat e Lo-Fi Hipster Trip), o Conjunto Corona está de volta com o seu terceiro álbum em 3 anos.

A “ópera hip-hop psicadélica/ rock & roll aditada por molho de francesinha” (como um dia foi apelidada por Álvaro Costa) continua neste capítulo com a narrativa a tomar lugar na tão portuense Rua de Cimo de Vila, reconhecida pelos seus distintos clubes noturnos de diversão.

Depois da ascensão e queda narradas nos álbuns anteriores, este terceiro capítulo gira à volta do estabelecimento que o personagem Corona, influenciado pelo seu novo role model (o reconhecido entrepreneur de Las Vegas Big Daddy Carlos), decide abrir em Cimo de Vila.

Da fusão entre o prestigiado “Velvet Margarita Cantina” e a Rua de Cimo de Vila nasce o “Cimo de Vila Velvet Cantina”, um local que não tem multibanco, mas que lhe pode proporcionar uns bons momentos de lazer na baixa da Cidade Invicta.

Com as participações de Kron Silva, Alferes M, Mike El Nite, 4400 OG, Fred&Barra, Miguel Azevedo (Plus Ultra) e ainda Alvy Vegas (alter ego de Álvaro Costa) este é um álbum híbrido que navega entre os universos do hip-hop e do rock psicadélico.

Uma edição especial em vídeo VHS com uma tiragem limitada de 150 exemplares que está desde hoje à venda em exclusivo na nossa Meifushop.                       

É proibida a venda a menores de 18 anos!

O concerto de apresentação de "Cimo de Vila Velvet Cantina" vai acontecer, no Porto, dia 2 de Dezembro, nos Maus Hábitos.

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