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A NEW TALENTS LISBON é a oportunidade para os novos talentos mostrarem o que valem.

A LX Music, em parceria com a Digipro Academy, apresenta a LXM Academy. A academia dá-te a oportunidade de aprender produção musical e deejaying com os artistas mais respeitados do panorama nacional com música lançada em editoras de renome como a Cocoon, Suara, Connaiseur, FLASH, Proton, Great Stuff Recordings, Galaktika e com actuações em clubes e festivais como o Fabric, Rex, Lux, Gare, Rock In Rio, Boom Festival e muitos outros. A Lxm Academy situa-se na Rua Casimiro Freire nº1, onde encontras todo o material necessário para poderes dar os primeiros passos em produção de musica electrónica ou mixares as tuas primeiras músicas enquanto Dj.

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Imagens Reencontradas ciclo de cinema

Vai decorrer de 6 de Abril a 25 de Maio o ciclo de cinema As Imagens Reencontradas, que terá entrada livre, às quintas-feiras, pelas 18:30, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa. Esta iniciativa pretende partilhar momentos fulcrais da História do Cinema com os outros, quer se encontrem dentro ou fora da comunidade académica.

O ciclo As Imagens Reencontradas, com curadoria de Tiago J. Silva (estagiário curricular no Núcleo de Programação Cultural da Reitoria da UL), organiza-se com o objectivo de cumprir aquele propósito, problematizando questões relacionadas com a cinefilia e, por esse motivo, tentando fazer justiça às memórias e imagens que recordamos da História do Cinema. As sessões do ciclo contarão sempre com convidados que fazem uma breve apresentação do filme: António M. Feijó, Clara Rowland, Fernando Guerreiro, Ivo Canelas, Mário Jorge Torres, Simão Valente e Tiago J. Silva. A escolha dos filmes coube a cada convidado, e pediu-se apenas que se cumprisse um requisito: o filme em questão tem de ser um filme que recordem da História do Cinema — e, portanto, um dos filmes das suas vidas.

Iniciativa One Bilion Rising dia 8 no Rossio

A associação Changing Wave convida todos os interessados a participarem num movimento global pelo fim da violência contra as mulheres, na edição portuguesa da campanha ONE BILLION RISING, que se vai realizar na Estacão Ferroviária do Rossio, dia 8 de Março de 2017, pelas 19h00. A ideia do ONE BILLION RISING surgiu em 2012 e partiu da dramaturga Eve Ensler, motivada pelas estatísticas da ONU. Em 2016, mais de 200 países participaram. A campanha ONE BILION RISING de 2017 vai focar-se na exploração das mulheres e pretende capitalizar a solidariedade global e exigir o fim da violência em todas as formas.

Emma Ruth Rundle a 20 de Abril no Sabotage

A cantautora norte-americana Emma Ruth Rundle sobe ao palco do Sabotage Club, em Lisboa, no dia 20 de Abril, para apresentar «Marked for Death», numa estreia em solo nacional há muito aguardada.

Encontramos na folk taciturna de Emma Ruth Rundle uma esperança difusa, talvez até impercetível ao primeiro contacto, mas resoluta; uma luz ténue que percorre os intervalos de uma neblina de distorção e de uma tempestade de corações quebrados, de sufocos existenciais, de sentimentos de perda e de derrota.
 
É em «Marked for Death», o mais recente trabalho, que esta luz tímida transparece de forma mais firme na discografia de Emma Ruth Rundle, transformando-o num instrumento de auto-conhecimento e de catarse. Se Some Heavy Ocean, o disco de estreia, se apoiava maioritariamente em cândidos lamentos folk, em Marked for Death há um adensar da sonoridade, com camadas de guitarra distorcida que sobem à tona para sublinhar a emoção crua e sem artifícios que Rundle comunica nas suas composições.

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Zuuzaa e Wellman ao vivo no Musicbox

Os primeiros acordes soarão por volta das 22h, sendo que os bilhetes apresentam um custo  de 6€.

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data. Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente, se tornou perceptível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa &  The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Depois do lançamento do primeiro álbum de originais, intitulado “MARA”, está a decorrer o processo de gravação dos videoclips dos primeiros singles. Esta é também a fase em que surgem mais concertos e performances ao vivo, alimentando assim a paixão pelo palco, e pelo contacto directo com o público, espalhando a música, e a mensagem, por detrás de tão astutas criações.

Por sua vez os WellMan nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista) e Mateus Carvalho (saxofonista), recém-conhecidos estudantes do primeiro ano de Direito.

Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (WellMan).

O quinteto que se move nas férteis águas do pop/rock, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. Para o primeiro trimestre de 2017 está marcado o lançamento oficial do seu single de estreia.

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Lisboa Dance Festival 2017

As Salas, Novas confirmações e as Talks

O Lisboa Dance Festival continua a crescer. Para 2017, há mais espaços para sentir e viver o festival de Março. Do imponente cartão-de-visita que é a Fábrica XL, passando pela Fábrica L e pela Zoot, até aos mais inesperados locais de espectáculos como o fantástico hostel The Dorm e a reconhecida livraria Ler Devagar, e ainda o Café na Fábrica que serve de sala de entrada de todo o festival.

O festival já apresentou uma cartilha diversificada de nomes ligados a toda a cultura de música de dança e agora volta a efectivar com mais nomes portugueses que se espalham por toda a programação do festival. DJ Glue tem sido um dos nomes mais consistentes na arte do djing nacional. Harold revela-se como uma das maiores esperanças do hip-hop luso. A pop electrónica de Lince conforta-nos sobre o futuro das canções feitas em território português. Ghost Hunt marcam uma página muito única na música electrónica com uma postura experimental. Nos desafios B2B estamos perante várias frentes entre o afro, hip-hop e house music.

E música de vários quadrantes será definitivamente a temática maior que Rui Miguel Abreu explora nas suas Talks de 2017. A consistência e força do universo feminino na música, especialmente a electrónica (“Girl Power”, com Isilda Sanches, Caroline Lethô, Sonja e Karla Campos), a escola de pensamento “Local é Global” (com Pedro Coqueñao, KKing Kong, Luís Oliveira e Nuno Saraiva) e ainda efectivar a gigante presença do hip-hop nos nossos dias (“o fenómeno hip-hop”, com Mike El Nite, Ricardo Farinha e Rui Miguel Abreu). Nas Masterclasses contamos com várias apresentações que vão desde especialista da Novation Circuit, passando por DJing, Masterização (Gustavo Caldeira / Lab Musical), live e sampling (Sensei D e Maria). Há ainda espaço para workshop “Dominar as Redes Sociais” (Ricardo Simões / Triciclo). Todas as Talks e Masterclasses têm lugar na Fábrica L durante o dia 11 de Março e são de acesso livre.

 

 

Réveillon no Politeama

No dia 31 de Dezembro o Teatro Politeama realiza um sensacional Réveillon com a última representação de “As Árvores Morrem de Pé” e um acto de variedades em que Alexandra recordará os melhores momentos dos musicais de La Féria. Um réveillon com champanhe, bolo-rei, passas, bom Teatro e muita música e alegria. Há seis meses em cena e esgotando diariamente a lotação do Teatro Politeama “As Árvores Morrem de Pé” é um sucesso do Teatro e da Arte de Representar.

Espectáculo dos Moonspell no Campo Pequeno em DVD

Os MOONSPELL comentam, por Fernando Ribeiro (voz): “Nunca nenhum de nós poderia ter antecipado isto. De todo. Esta possibilidade (tornada real) de após 20 anos, de estar a celebrar um disco e, porque não, uma época de grande música, de fusão, de experimentalismo e liberdade. Este disco será sempre o nosso ponto alto. A nossa pedra de toque. Não que os outros discos sejam menores, nada disso. É só que com o Irreligious sentimos que fazemos parte de um estilo novo, uma fusão nova que nascia ali e a qual estávamos ajudar a definir. Algo Europeu, com a marca Portuguesa, algo novo no Underground, algo clássico, místico. Um belo animal, nascido do encontro de uma noite eterna entre metal e goth. Um filho deles. Iremos tocar alguns concertos para celebrar estas duas décadas. Em Portugal (visitem-nos!), pela Europa…apareçam. E…finalmente, graças à Century Media, a editora que nos descobriu e abriu portas, iremos também trabalhar numa edição em vinil do single Opium (mais novidades em breve). Enfim, razões para celebrar connosco pois quando se celebra pela música, a celebração torna-se viva, num valor que nunca como agora foi posto em causa, que nunca esteve tão frágil num mundo que se recusa a livrar-se do fanatismo da religião. A música abraça valores mais altos e escolheram sempre a beleza em vez do terror."

OPIUM

“É a nossa canção mais conhecida. Se fossemos uma banda Pop/Rock, teria sido o nosso one hit wonder, os nossos 3 minutos de fama. Mas não foi. Tornou-se sim numa canção que atravessou países, mudou mentalidades e trouxe muita gente diferente ao contacto com os Moonspell. Já tocamos a Opium em clubes para muita gente, para pouca; para festivais massivos, em festas de aldeia. Elétrica, acústica, nas melhores listas de karaoke, em adegas entre amigos, em quartos fechados, em África, América, Austrália, Europa, Ásia. Em Portugal. Em Casablanca. Em Pequim. Ontem, hoje , amanhã, sempre connosco unindo os nossos fãs, salvando concertos, arrancando pessoas dos sofás para a pista dos clubes mais dark de Berlim ou Lisboa.”

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Guns N'Roses em Lisboa em 2017

Os Guns N'Roses atuam no Passeio Marítimo de Algés no próximo dia 2 de junho

Foi confirmado o concerto que marca a reunião dos Guns N'Roses, e a data anunciada é o dia 2 de junho de 2017.

O local onde decorrerá o concerto é o Passeio Marítimo de Algés. Este regresso a Portugal está incluído na digressão "Not in This Lifetime".

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3º Mercado de Música Independente

O Mercado de Música Independente - organizado e promovido por Rui Miguel Abreu (mente por detrás do virtual e radiofónico Rimas e Batidas) - regressa nos dias 19 e 20 de Novembro à Garagem da EPAL (Avenida da Liberdade).

A convite de Maria (que é como quem diz David Almeida) vamos estar lá a mostrar alguma da música que temos editado nos últimos cinco anos.

A entrada é gratuita.

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