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Emma Ruth Rundle a 20 de Abril no Sabotage

A cantautora norte-americana Emma Ruth Rundle sobe ao palco do Sabotage Club, em Lisboa, no dia 20 de Abril, para apresentar «Marked for Death», numa estreia em solo nacional há muito aguardada.

Encontramos na folk taciturna de Emma Ruth Rundle uma esperança difusa, talvez até impercetível ao primeiro contacto, mas resoluta; uma luz ténue que percorre os intervalos de uma neblina de distorção e de uma tempestade de corações quebrados, de sufocos existenciais, de sentimentos de perda e de derrota.
 
É em «Marked for Death», o mais recente trabalho, que esta luz tímida transparece de forma mais firme na discografia de Emma Ruth Rundle, transformando-o num instrumento de auto-conhecimento e de catarse. Se Some Heavy Ocean, o disco de estreia, se apoiava maioritariamente em cândidos lamentos folk, em Marked for Death há um adensar da sonoridade, com camadas de guitarra distorcida que sobem à tona para sublinhar a emoção crua e sem artifícios que Rundle comunica nas suas composições.

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Zuuzaa e Wellman ao vivo no Musicbox

Os primeiros acordes soarão por volta das 22h, sendo que os bilhetes apresentam um custo  de 6€.

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data. Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente, se tornou perceptível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa &  The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Depois do lançamento do primeiro álbum de originais, intitulado “MARA”, está a decorrer o processo de gravação dos videoclips dos primeiros singles. Esta é também a fase em que surgem mais concertos e performances ao vivo, alimentando assim a paixão pelo palco, e pelo contacto directo com o público, espalhando a música, e a mensagem, por detrás de tão astutas criações.

Por sua vez os WellMan nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista) e Mateus Carvalho (saxofonista), recém-conhecidos estudantes do primeiro ano de Direito.

Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (WellMan).

O quinteto que se move nas férteis águas do pop/rock, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. Para o primeiro trimestre de 2017 está marcado o lançamento oficial do seu single de estreia.

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Lisboa Dance Festival 2017

As Salas, Novas confirmações e as Talks

O Lisboa Dance Festival continua a crescer. Para 2017, há mais espaços para sentir e viver o festival de Março. Do imponente cartão-de-visita que é a Fábrica XL, passando pela Fábrica L e pela Zoot, até aos mais inesperados locais de espectáculos como o fantástico hostel The Dorm e a reconhecida livraria Ler Devagar, e ainda o Café na Fábrica que serve de sala de entrada de todo o festival.

O festival já apresentou uma cartilha diversificada de nomes ligados a toda a cultura de música de dança e agora volta a efectivar com mais nomes portugueses que se espalham por toda a programação do festival. DJ Glue tem sido um dos nomes mais consistentes na arte do djing nacional. Harold revela-se como uma das maiores esperanças do hip-hop luso. A pop electrónica de Lince conforta-nos sobre o futuro das canções feitas em território português. Ghost Hunt marcam uma página muito única na música electrónica com uma postura experimental. Nos desafios B2B estamos perante várias frentes entre o afro, hip-hop e house music.

E música de vários quadrantes será definitivamente a temática maior que Rui Miguel Abreu explora nas suas Talks de 2017. A consistência e força do universo feminino na música, especialmente a electrónica (“Girl Power”, com Isilda Sanches, Caroline Lethô, Sonja e Karla Campos), a escola de pensamento “Local é Global” (com Pedro Coqueñao, KKing Kong, Luís Oliveira e Nuno Saraiva) e ainda efectivar a gigante presença do hip-hop nos nossos dias (“o fenómeno hip-hop”, com Mike El Nite, Ricardo Farinha e Rui Miguel Abreu). Nas Masterclasses contamos com várias apresentações que vão desde especialista da Novation Circuit, passando por DJing, Masterização (Gustavo Caldeira / Lab Musical), live e sampling (Sensei D e Maria). Há ainda espaço para workshop “Dominar as Redes Sociais” (Ricardo Simões / Triciclo). Todas as Talks e Masterclasses têm lugar na Fábrica L durante o dia 11 de Março e são de acesso livre.

 

 

Réveillon no Politeama

No dia 31 de Dezembro o Teatro Politeama realiza um sensacional Réveillon com a última representação de “As Árvores Morrem de Pé” e um acto de variedades em que Alexandra recordará os melhores momentos dos musicais de La Féria. Um réveillon com champanhe, bolo-rei, passas, bom Teatro e muita música e alegria. Há seis meses em cena e esgotando diariamente a lotação do Teatro Politeama “As Árvores Morrem de Pé” é um sucesso do Teatro e da Arte de Representar.

Espectáculo dos Moonspell no Campo Pequeno em DVD

Os MOONSPELL comentam, por Fernando Ribeiro (voz): “Nunca nenhum de nós poderia ter antecipado isto. De todo. Esta possibilidade (tornada real) de após 20 anos, de estar a celebrar um disco e, porque não, uma época de grande música, de fusão, de experimentalismo e liberdade. Este disco será sempre o nosso ponto alto. A nossa pedra de toque. Não que os outros discos sejam menores, nada disso. É só que com o Irreligious sentimos que fazemos parte de um estilo novo, uma fusão nova que nascia ali e a qual estávamos ajudar a definir. Algo Europeu, com a marca Portuguesa, algo novo no Underground, algo clássico, místico. Um belo animal, nascido do encontro de uma noite eterna entre metal e goth. Um filho deles. Iremos tocar alguns concertos para celebrar estas duas décadas. Em Portugal (visitem-nos!), pela Europa…apareçam. E…finalmente, graças à Century Media, a editora que nos descobriu e abriu portas, iremos também trabalhar numa edição em vinil do single Opium (mais novidades em breve). Enfim, razões para celebrar connosco pois quando se celebra pela música, a celebração torna-se viva, num valor que nunca como agora foi posto em causa, que nunca esteve tão frágil num mundo que se recusa a livrar-se do fanatismo da religião. A música abraça valores mais altos e escolheram sempre a beleza em vez do terror."

OPIUM

“É a nossa canção mais conhecida. Se fossemos uma banda Pop/Rock, teria sido o nosso one hit wonder, os nossos 3 minutos de fama. Mas não foi. Tornou-se sim numa canção que atravessou países, mudou mentalidades e trouxe muita gente diferente ao contacto com os Moonspell. Já tocamos a Opium em clubes para muita gente, para pouca; para festivais massivos, em festas de aldeia. Elétrica, acústica, nas melhores listas de karaoke, em adegas entre amigos, em quartos fechados, em África, América, Austrália, Europa, Ásia. Em Portugal. Em Casablanca. Em Pequim. Ontem, hoje , amanhã, sempre connosco unindo os nossos fãs, salvando concertos, arrancando pessoas dos sofás para a pista dos clubes mais dark de Berlim ou Lisboa.”

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Guns N'Roses em Lisboa em 2017

Os Guns N'Roses atuam no Passeio Marítimo de Algés no próximo dia 2 de junho

Foi confirmado o concerto que marca a reunião dos Guns N'Roses, e a data anunciada é o dia 2 de junho de 2017.

O local onde decorrerá o concerto é o Passeio Marítimo de Algés. Este regresso a Portugal está incluído na digressão "Not in This Lifetime".

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3º Mercado de Música Independente

O Mercado de Música Independente - organizado e promovido por Rui Miguel Abreu (mente por detrás do virtual e radiofónico Rimas e Batidas) - regressa nos dias 19 e 20 de Novembro à Garagem da EPAL (Avenida da Liberdade).

A convite de Maria (que é como quem diz David Almeida) vamos estar lá a mostrar alguma da música que temos editado nos últimos cinco anos.

A entrada é gratuita.

Um tornado musical que vem da Polónia para animar Portugal!

Os AbztraQt Sir Q estão de regresso com um tema novo, THE LAKE IN THE MIDDLE OF THE LAKE. O vídeo, foi realizado por Gonçalo Castelo Soares, e está disponível no Bodyspace.net. Este tema faz parte do álbum YARNATI MACHINE que será editado brevemente. Já no próximo sábado dia 5 de novembro, às 20h, na Praça Luís de Camões em Lisboa, vai atuar um dos projetos mais excepcionais da Europa. Venha conhecer o Rebel Babel Ensemble - uma prova que a mistura de idiomas e de diferentes estilos musicais pode resultar numa harmonia verdadeira e positiva.

LISBOA, 03.11.2016 - Rebel Babel é uma banda internacional, onde há espaço tanto para os rappers, poetas e compositores, como para as fanfarras de bombeiros do todo o mundo. Assim se criou a maior Big-Band da Europa, com filiais em muitas cidades do Velho Continente. Agora, este projeto inédito chegou a Portugal e vai conquistar Lisboa com uma mistura energética de hip-hop, funk, jazz e música tradicional.

 

Rebel Babel é marcado por séries de concertos, performances e flashmobs criados para enriquecer a nossa vida diária com  música e, sobretudo, chegar às pessoas com acesso limitado à cultura. Num mundo de conflictos e crises, este projeto prova, que é possível criar arte acima das divisões e fronteiras.

Vítor Rua & Acid Acid no Sabotage dia 21 Outubro

O Sabotage convidou Vítor Rua e Acid Acid, dois mestres da música experimental de duas gerações distintas, a criarem um espectáculo em conjunto.  No dia 21 de Outubro (sexta-feira), assistimos ao resultado deste encontro inesperado e (já o sabemos) muito feliz. Um momento único que tão depressa não se irá repetir.

Façamos as apresentações. 
Vítor Rua é um dos génios da nossa música, fundador dos GNR, o espírito irrequieto que criou temas tão emblemáticos como «Portugal Na CEE» ou «Sê um GNR», sem esquecer os mais de 20 minutos de «Avarias», a faixa que ocupava todo o lado B do primeiro álbum de GNR ("Independança”), em 1982, e que ainda hoje permanece como um marco da música mais experimental em territórios pop. Depois dos GNR, o trabalho com Jorge Lima Barreto como Telectu levou Vítor Rua a explorar a guitarra como nenhum outro em Portugal, consolidando-se como improvisador de excelência.
Acid Acid, de Tiago Castro (Rádio Radar), é uma aventura bem mais recente, mas marcada já por presenças em festivais tão emblemáticos como o Reverence Valada, Jardins Efémeros, Mucho Flow, Rescaldo ou Silêncio, entre muitos outros concertos pelo país. O primeiro álbum saiu em Junho pela Nariz Entupido e espantou por conter apenas duas faixas, viagens psicadélicas com momentos ambientais, experimentais, kraut e exóticos.

No encontro entre Vítor Rua e Tiago Castro, vamos assistir à reinterpretação da música de Acid Acid, filtrada pelas vivências de cada um, exploradores de duas gerações distintas, que nos irão levar a destinos incertos, com a certeza de que jamais iremos assistir a algo igual.

A primeira parte é assegurada por Calcutá, o projecto a solo de Teresa Castro dos Mighty Sands, que viaja entre a folk, a psych, o surf rock, em ambiente quase lynchiano, taciturno e aliciante. Uma viagem carregada por camadas de reverb, onde a guitarra e a voz se cruzam para despontar um mar de sensações. Depois dos concertos, a festa continua na pista com os DJs Blak Gordon & Nuno Rabino.

 

Foram 5 concertos em Lisboa, Almada e Oeiras

O músico brasileiro Daniel Lima estreou-se nos palcos portugueses já no decorrer deste mês de Outubro! Depois dos sensacionais singles “Just Because” e “Last Forever” foi agora a vez de escutarmos ao vivo as canções que compõem “Inside My Dreams”, o seu primeiro álbum de longa-duração, que tem o selo da Music For All.

Daniel Lima nasceu em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, no Brasil, conhecido pela sua entusiasmante vida noturna, pelos bares e o circuito de música ao vivo. O seu percurso enquanto músico profissional começou em 1994, tendo desde então tocado e andado em digressão com inúmeras bandas, enfrentando os habituais altos e baixos de alguém que tenta fazer da música a sua forma de estar na vida.

Entre as suas conquistas contam-se a inclusão de uma canção sua numa novela de um dos maiores canais de televisão do Brasil, a sua participação no maior talk-show brasileiro, o lançamento de um disco e consequente digressão pela Europa. Em 2009 Daniel Lima decidiu mudar-se para Nova Iorque, onde se licenciou enquanto engenheiro de som e produtor musical. Pela mesma altura começou a escrever canções que figurariam num primeiro EP enquanto artista a solo, que viria a ser lançado apenas em 2014. De curta coleção de canções, o registo passou a longa-duração graças à frutuosa parceria com o engenheiro/produtor Iain Fraser, da qual nasceu “Inside My Dreams”, álbum que chegou à Europa em junho passado com o selo da Music For All.

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