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“Distance” o novo single Wellman

Depois de se terem apresentado ao vivo no Musicbox no passado mês de Janeiro, é tempo de conhecermos agora o novo single dos Wellman, “Distance”, soalheira composição pop/rock que versa acerca da problemática da distância nos relacionamentos amorosos, e como esta tanto os pode fortalecer ou deitá-los por terra.

 

Este é então o primeiro avanço revelado do registo de estreia do quinteto lisboeta a ser editado com o selo da Music For All e com edição agendada para Abril próximo.

Os Wellman nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista), Mateus Carvalho (saxofonista) e Francisco Marcelino (baterista).Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por "recriar" as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (Wellman). O quinteto que se move nos meandros da pop/rock com leves influências folk, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. Para o primeiro semestre de 2017 está prevista a edição do seu primeiro trabalho.

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Será já no próximo dia 31 que Mirror People, projecto paralelo de Rui Maia dos portuenses X-Wife, editará o seu segundo trabalho de longa duração, Bring the Light, sucessor de Voyager lançado em 2015.

Composto e gravado durante o ano passado, o novo trabalho é descrito por Rui Maia como sendo "mais urbano, pessoal e diferente do anterior. Neste disco quis abordar uma sonoridade mais sintética e forte que remete para o lado mais alternativo dos anos 80, sem perder o sentido pop das canções." 

​Em colaboração com vocalista Jonny Abbey, que também assina a mistura, Rui Maia invoca a influência dos filmes de Stephen King, a new wave dos Human League e Soft Cell, os primórdios do hip hop, a pop sintética mais recente dos Hot Chip ou o som de Minneapolis de Prince como algumas das referências para este novo trabalho.

Nas próprias palavras do autor: “Em Bring The Light quis voltar ao passado e retratar o futuro como era visto na altura. Falo precisamente da década de 80 em que a tecnologia era bastante limitada e a visão do futuro era bastante mais avançada do que na realidade é hoje em dia. Os instrumentos escolhidos para compor este disco, tiveram por base esse ponto. A inexistência de bateria acústica e o uso de diversos sintetizadores da época, foram uma prioridade de encontro à visão e solidificação da sonoridade para este segundo capítulo de Mirror People."

Os 10 temas que compõem este novo trabalho traçam um lado urbano de experiências vividas e imaginadas numa grande cidade: "Na era mais retratada deste disco, a inexistência de um mundo virtual levava à proximidade das relações, em Bring The Light a busca da experiência e do amor são os elementos principais, e todo o lado noturno, vibrante e sujo da cidade são o pano de fundo. Penso que o Jonny Abbey, autor das letras, conseguiu por em palavras a minha visão para este trabalho, focando temas que fazem parte do meu imaginário e da estética de Mirror People." remata Rui Maia.

A edição de Bring The Light está marcada para 31 de Março e estará disponível em CD e em todas as plataformas digitais.​

A festa de apresentação do disco acontece a 31 de Março, numa​ Listening Party no Incógnito Bar em Lisboa, com a presença de todos os membros que formam o projecto ao vivo. Todo o disco vai ser escutado, seguido de um DJ Set de Rui Maia.

 

Crime Scene

Como avanço para o novo álbum, Mirror People disponibilizou Crime Scene, novo single com video realizado por Vasco Mendes. Rodado na cidade do Porto, o video traça um episódio caricato na vida de uma detetive.

Crime Scene aposta numa sonoridade entre guitarras mais angulares ao género dos Franz Ferdinand com uma electrónica bastante forte e marcada em que ambos os elementos acabam por ser um bom cartão de visita para Bring the Light.

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Próximas datas:

31 de março – Listening Party, Incógnito, Lisboa

27 de Abril - Soir Jaa, Évora

28 de Abril - Carmo 81, Viseu

29 de Abril - Maus Hábitos, Porto

Pedro Melo e a passagem à idade adulta

Crescer tem que se lhe diga. Dúvidas, temores e responsabilidades que temos que acatar enquanto nos despedimos do mundo que conhecemos. É um sentimento bem repercutido por “Time to Grow”, o novo single de Pedro Melo, delicada composição indie folk que nos traz à memória o cancioneiro de Passenger ou Damien Rice.

Depois de “Pete, The Little Giant”, este é já o segundo single retirado de “The Storyteller”, o registo de estreia do cantautor bracarense que já se encontra disponível para escuta nas principais plataformas digitais.Pedro Melo nasceu a 21 de Dezembro de 1993 em Braga, onde reside até aos dias de hoje. Com o gosto pela música despertado pelos discos dos anos 70 e 80 que escutava em casa, foi já enquanto adolescente, aos 14 de idade, inspirado pelo álbum “Where The Light Is” de John Mayer, que decidiu comprar a sua primeira guitarra clássica, que aprendeu a tocar sozinho. Dois anos mais tarde começaria por acompanhá-la também com a voz, tendo registado as primeiras experiências no YouTube.

Aos 17 formaria a sua primeira banda com outros dois amigos, os Giant’s Magazine, de onde resultaram canções como “Tartarus” e trechos de letras que mais tarde deram origem a faixas como “The Storyteller” ou “The Bourbon Tissue”.

 

Pouco depois ingressaria na Universidade do Minho onde estudou Engenharia Informática durante dois anos, até que optou por mudar para Economia. Durante esse período, Pedro foi atuando em alguns eventos académicos e expandindo a sua vertente de instrumentista, ao aprender a tocar de forma autónoma banjo, bandolim e ukulele.

Aos 21 de idade, detetado pelos populares covers do seu canal de YouTube, foi convidado a participar na terceira edição do programa The Voice (RTP1) onde, na equipa de Mickael Carreira, enfrentou as “Provas Cegas” e as “Batalhas”, tendo sido eliminado na fase do “Tira Teimas”.

Com a participação no concurso chegaram as primeiras actuações ao vivo em nome próprio: Doçaria História à Mesa, A Toca e a B Concept Store foram alguns dos espaços que acolheram os primeiros originais de Pedro Melo. Em 2017 edita o seu EP de estreia,“The Storyteller”, com o selo da Music In My Soul.

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Just Under lançam novo single “OCO”

Influenciados pelo pulsar da bateria, guarnecida pelo baixo cerrado e pelas guitarras obscuras, os Just Under continuam o seu percurso iniciado há mais de uma década. Prometendo novas sonoridades, mais sombrias e mais densas. OCO é a primeira faixa a cair deste novo trabalho. É o novo single da banda, divulgada ao público no dia 18 de Fevereiro.

Em OCO, Just Under discorrem sobre o romantismo ácido de numa despedida. Com bateria e cordas bem vincadas, exploram as linguagens do indie rock num registo muito característico do grupo. A maturidade do novo tema, dá conta dos 11 anos da banda, em que somam dois EP’s, dois álbuns e dezenas de concertos. Explorando novos temas e sonoridades, os  Just Under mantêm o seu compromisso com a produção da música livre e independente. A vitalidade da banda manifesta-se também na compulsão para a contínua reinvenção, bem expressa num dos versos do novo single: “Não olhes para trás/ Já não vivemos aí”.

Just Under é uma banda de Cem Soldos, Tomar. Surge em 2006 pela reunião de quatro membros com vontade de criar e dar a conhecer as suas próprias músicas. E OCO é o seu novo single.

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“Never Too Old”, A estreia voltaica dos Bless The Mess

Os lisboetas Bless the Mess são a prova viva de que o rock nacional está de boa saúde e recomenda-se. Na linha de uns compatriotas The Lazy Faithful ou Eat Bear, o quarteto estreia-se com o voltaico “Never Too Old”, num agitado diálogo entre pratos, baixo e guitarra eléctrica.

O tema assinala o primeiro lançamento da banda através do selo da Music For All e antecede a edição de um EP esperado no segundo trimestre deste ano.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.

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Depois de um single contagiante, de seu nome “Jah Of Creation”, e de um álbum de estreia surpreendente - “Creation” - chega-nos uma série de concertos intimistas dos Soul Brothers Empire onde o rock, o reggae e os ritmos fortes e viciantes não vão faltar!

Esta irmandade tem raízes em Proença-a-Nova e durante os meses de Janeiro, Fevereiro e Abril vão passar pelas FNAC de Alfragide, Vasco da Gama, Almada e Leiria, respectivamente. Confira abaixo todas as datas das actuações de uma das apostas nacionais da Music For All!

 

21.01 | FNAC @ Alfragide, 17h

28.01 | FNAC @ Vasco da Gama, 17h

18.02 | FNAC @ Almada, 17h

15.04 | FNAC @ Leiria, 17h

 

Naturais de Proença-a-Nova e existentes desde 2010, os Soul Brothers Empire são um coletivo composto por Gil Henriques (voz e guitarra), Claúdio Mendes (bateria), Joka (guitarra ritmo) e Pedro Martins (baixo) que assume influências do reggae, punk, rock e ska numa fusão única.

No currículo contam com presenças em vários festivais direcionados ao público jovem, como a Queima das Fitas de Coimbra, a Semana Académica da Covilhã, a Semana Académica de Castelo Branco, o Enterro do Caloiro de Aveiro (onde partilharam o palco com os Natiruts), entre muitos outros concertos de Norte a Sul do país, fazendo sempre vibrar o público por onde passam.

A participação no Rock Rendez Worten em 2011 permitiu-lhes chegar ao palco do Musicbox, em Lisboa, sendo que dois anos depois marcaram presença na mítica Festa do Avante. Mais recentemente foram convidados do “5 Para a Meia-noite” (RTP1) e subiram ao palco do Hard Rock Café.

“Creation”, o longa-duração de estreia, chegou em 2014 e com ele trouxe singles pegadiços como “Free To Go”, “Soul Brothers” ou “Jah of Creation”.

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“Frenética" é o novo álbum de Patrícia Candoso

Depois de um longo período de maturação artística, Patrícia Candoso reactiva agora a sua carreira musical com a edição de um novo álbum, o terceiro do seu percurso. “Frenética” reflete a maturidade de Patrícia enquanto mulher independente e artista consolidada na indústria do entretenimento, mantendo agora uma harmonização perfeita entre as vertentes de música, televisão e teatro.

Com o cunho criativo do cantor/compositor Mikkel Solnado e o selo da Music In My Soul, o novo álbum estará disponível em pré-venda a partir de 2 de Dezembro, sendo antecedido pelo single “Ready For It”. Mais quatro temas promocionais serão lançados semanalmente em antecipação ao disco, cuja edição digital está prevista para 20 de Janeiro.

Patrícia Candoso, cantora e atriz de 34 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro. A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.

Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida. “Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso. Atualmente concentra as suas forças no regresso à música, tendo produzido o terceiro álbum em estúdio na companhia do cantor, compositor e produtor Mikkel Solnado, a ser lançado em Dezembro com o selo da Music In My Soul.

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Os Polegar apresentam EP de estreia

João Gomes, Rui Rosa, Tiago Cordeiro e Tomás Branco Gonçalves, são o grupo pop proveniente da cidade de Torres Novas. Em 2015 não conseguiram vencer o "I Concurso de Bandas Nova Música", nem completar todas as cadeiras da faculdade. No encerrar de 2016, a alegria é outra e vêem ser editado pela Azul de Tróia o primeiro registo fonográfico da carreira principiante, qual peteca de badminton esvoaçando pelo pavilhão gimnodesportivo.

O "Assalto À Residência" (AT019) foi gravado e misturado no Promontório, pelas mãos do Tiago Brito. A arte gráfica ficou a cargo do Henrique Salgueiro e não podia servir melhor o propósito. A produção da banda e a supervisão deste trabalho foi assumida pelo Pedro de Tróia.

A edição física de "Assalto À Residência" estará à venda no concerto de apresentação, dia 9 de Dezembro, no Musicbox (Lisboa). Os Polegar são uma das três bandas convocadas para a primeira "Galopante Festa", os bilhetes estão à venda e o essencial está aqui.

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Piece Of Cake apresentam vídeo do 2º single

Piece Of Cake são uma banda Portuguesa que funde uma grande variedade de influências musicais, passando do rock ao tradicional. A banda é composta por Lito Pedreira, Pedro Henrique, Iven Pedreira, Rodrigo Almeida e Mário Peniche. Depois do single “Fears on Fire”, apresentam agora o vídeo e 2º single “Deep (Into The Sea).

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Pedro e os Lobos com novo single

"Um dia assim" feat. Jorge Benvinda dos Virgem Suta

''Este chão que pisamos'' é o titulo deste novo disco de Pedro e os Lobos, que sublinha um caminho musical esteticamente marcado pela interligação de várias culturas e linhas musicais na busca de uma sonoridade própria.

Tendo as guitarras como figura central das suas composições, Pedro Galhoz continua a mostrar neste disco a sua paixão pela mistura de diferentes culturas, pelas bandas sonoras, pelo deserto e pelos clássicos da música americana que convivem aqui em harmonia com a lusofonia na palavra e no sentimento.

''Este chão que pisamos'' é composto por sete temas originais em que os convidados Adolfo Luxuria Canibal (Mão Morta), Jorge Benvinda (Virgem Suta), Viviane, Joana Machado, Marisa Anunciação e Sónia Oliveira dão voz às palavras de Pedro Galhoz.

Para lá das canções com voz, este disco conta ainda com um tema instrumental “ Andaluzia” que pertence à banda sonora da curta metragem “ Luto branco”.

''Este chão que pisamos'' é mais um capitulo numa caminhada musical marcada pela vontade de fazer música entre amigos e consequentemente mostrar o resultado desse trabalho em disco e no palco.

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