Radio Utopia Player

A NEW TALENTS LISBON é a oportunidade para os novos talentos mostrarem o que valem.

A LX Music, em parceria com a Digipro Academy, apresenta a LXM Academy. A academia dá-te a oportunidade de aprender produção musical e deejaying com os artistas mais respeitados do panorama nacional com música lançada em editoras de renome como a Cocoon, Suara, Connaiseur, FLASH, Proton, Great Stuff Recordings, Galaktika e com actuações em clubes e festivais como o Fabric, Rex, Lux, Gare, Rock In Rio, Boom Festival e muitos outros. A Lxm Academy situa-se na Rua Casimiro Freire nº1, onde encontras todo o material necessário para poderes dar os primeiros passos em produção de musica electrónica ou mixares as tuas primeiras músicas enquanto Dj.

#lxm #Lxmusic #lxmacademy #digipro #newtalentslisbon #radioutopia


+INFO:
lxmusic.org/academy
http://www.digiproacademy.edu.pt/
https://www.facebook.com/fluttersradioshow/
https://www.residentadvisor.net/event.aspx?961217

Contactos:
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
+351964058182
+351917925432

Com apoio de: Rádio Utopia - www.facebook.com/radioutopia.pt

Urban Tales lançam novo vídeo “The Start”

The Start “conta com as participações do rapper canadiano Loren Dayle e da vocalista Sofia Pires.

Realizado pela mesma equipa que orquestrou o vídeo para o single "The Name of Love", Tadeusz Januszewski, porém, foi mais longe na história desta curta metragem, abordando de forma crua e misteriosa a violência doméstica.

Sonia Latka foi a escolhida para o papel principal o que poderá se revelar ainda mais curioso, sendo a mesma a atriz principal do Video anterior: " Queríamos que as pessoas pudessem talvez, pensar que este novo vídeo fosse uma sequela do “The Name of Love"... Que houvesse uma história interligada entre os dois vídeos", revela o vocalista e mentor do projeto Marcos César.

Este é o segundo single dos Urban Tales depois de um interregno de 5 anos. Os Urban Tales voltaram!

Marcos César diz:  "Vamos estar muito ativos este ano e com muitas cenas novas pelo caminho, fiquem atentos".

O single “The Start feat. Loren Dayle” disponível em formato digital.

Ouvir Aqui

Katak é Vitor Peixeiro, um artista multifacetado. Desde a música, passando pela fotografia, vídeo e teatro, em todas as áreas se entrega com paixão, tentando sempre inovar qualquer que seja a área a que se dedique. Multi-instrumentista, tenta expressar-se e criar sons diferentes, ora simplesmente utilizando a voz, ora tocando uma guitarra ou uma flauta. O seu cunho pessoal está patente em qualquer projecto que se envolva dado que não assume exclusivamente um único estilo musical. É o cruzamento das suas raízes multiculturais e pluriartísticas que resulta numa personagem abrangente e imprevisível.

Katak fez parte de projectos musicais como Snail, Fábrica de Sonhos, Lf Cool, Canto Nono, entre outros. Compôs a banda sonora para o documentário “Irmãos” de Pedro Magano, assim como o de “A Um Mar de Distância” do mesmo realizador. Uma colaboração que segue dando frutos. Neste momento, com Katak, Vitor Peixeiro inicia uma etapa a solo na qual deseja quebrar barreiras musicais e visuais com o trabalho “A Cappela” que será lançado em breve. 

It's all in the rhythm" é a primeira amostra de “A Capella” que, como o nome indica, foi totalmente gravado com a utilização exclusiva da voz para a criação e gravação dos temas.

Com produção e gravação de Vitor Peixeiro, “It's All in The Rhythm” surge da experimentação com loopstation e a “colagem” de camadas sonoras sobrepostas com o fim de criar um tema e não apenas improvisações sem rumo. 

O vídeo foi gravado na baixa do Porto na sua maioria. A edição esteve a cargo de Vitor Peixeiro.

Ouvir aqui

Mazgani com novo single e video The Travler

The Traveler é o novo single de Mazgani, que antecipa o próximo álbum de originais que chegará às lojas em Setembro. Depois do álbum de versões, Lifeboat, editado em 2015, em que nos trouxe a sua versão pessoal de temas de Chavela Vargas, Elvis Presley, PJ Harvey ou Leonard Cohen “gente que nos impede que o céu nos caia em cima”, como acertadamente se escreveu na imprensa portuguesa, é com The Traveler, que Mazgani regressa à escrita das suas próprias canções: "Julgo que a canção fala daquilo que não há e daquilo que não pode haver. Talvez seja a história de um viajante que se dirige para uma terra que se vai afastando", descreve o luso-iraniano.

O videoclipe para este tema foi realizado por Edgar Keats.

Sobre o novo disco

Mazgani produziu o novo disco juntamente com PEIXE, que também gravou guitarras. No baixo contou com Victor Coimbra e na bateria Isaac Achega. Este novo trabalho foi gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho.

 

"Entre a feitura dos arranjos e a gravação, todo o processo foi muito célere. Permitimo-nos uma abordagem orgânica e espontânea aos temas no estúdio, procurando não nos afastar do ímpeto inicial que as canções suscitaram na sala de ensaio. Muitas das primeiras soluções que encontrámos para as músicas são as que aparecem no disco. Esta abordagem só foi possível graças à singular capacidade de leitura das canções que o Nelson tem, ajustando imediatamente o leme de acordo com a direcção que queríamos seguir e a geografia que queríamos explorar". Mazgani

Ouvir Aqui

Fly the Sun e Bless the Mess, duas das novas forças emergentes do rock nacional, unem esforços para uma noite repleta de eletricidade a rodos com a chancela da Music For All, no Texas Bar em Leiria, a 15 de Abril.

Ambos os concertos servirão de apresentação aos registos de estreia da banda – o EP homónimo já editado dos Fly The Sun e “Low Blow” dos Bless the Mess, a ser editado no início de Maio – estando a abertura de portas prevista para as 22h e os bilhetes já disponíveis ao preço de 4€.

É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões (voz e guitarra/piano), Filipe Guerreiro (guitarra), Paulo Ferreira (bateria) e Carlos Mano (baixo) que brotam as letras e músicas dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

No início de 2017 editam o EP de estreia homónimo - que recolhe as já citadas influências em cinco inéditos de inegável solidez, já apresentado ao vivo em espaços como o Musicbox e B.Leza. Os Bless the Mess, por seu lado, são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal. Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.

Ouvir Aqui

Pedro Melo e a passagem à idade adulta

Crescer tem que se lhe diga. Dúvidas, temores e responsabilidades que temos que acatar enquanto nos despedimos do mundo que conhecemos. É um sentimento bem repercutido por “Time to Grow”, o novo single de Pedro Melo, delicada composição indie folk que nos traz à memória o cancioneiro de Passenger ou Damien Rice.

Depois de “Pete, The Little Giant”, este é já o segundo single retirado de “The Storyteller”, o registo de estreia do cantautor bracarense que já se encontra disponível para escuta nas principais plataformas digitais.Pedro Melo nasceu a 21 de Dezembro de 1993 em Braga, onde reside até aos dias de hoje. Com o gosto pela música despertado pelos discos dos anos 70 e 80 que escutava em casa, foi já enquanto adolescente, aos 14 de idade, inspirado pelo álbum “Where The Light Is” de John Mayer, que decidiu comprar a sua primeira guitarra clássica, que aprendeu a tocar sozinho. Dois anos mais tarde começaria por acompanhá-la também com a voz, tendo registado as primeiras experiências no YouTube.

Aos 17 formaria a sua primeira banda com outros dois amigos, os Giant’s Magazine, de onde resultaram canções como “Tartarus” e trechos de letras que mais tarde deram origem a faixas como “The Storyteller” ou “The Bourbon Tissue”.

 

Pouco depois ingressaria na Universidade do Minho onde estudou Engenharia Informática durante dois anos, até que optou por mudar para Economia. Durante esse período, Pedro foi atuando em alguns eventos académicos e expandindo a sua vertente de instrumentista, ao aprender a tocar de forma autónoma banjo, bandolim e ukulele.

Aos 21 de idade, detetado pelos populares covers do seu canal de YouTube, foi convidado a participar na terceira edição do programa The Voice (RTP1) onde, na equipa de Mickael Carreira, enfrentou as “Provas Cegas” e as “Batalhas”, tendo sido eliminado na fase do “Tira Teimas”.

Com a participação no concurso chegaram as primeiras actuações ao vivo em nome próprio: Doçaria História à Mesa, A Toca e a B Concept Store foram alguns dos espaços que acolheram os primeiros originais de Pedro Melo. Em 2017 edita o seu EP de estreia,“The Storyteller”, com o selo da Music In My Soul.

Ouvir Aqui

Just Under lançam novo single “OCO”

Influenciados pelo pulsar da bateria, guarnecida pelo baixo cerrado e pelas guitarras obscuras, os Just Under continuam o seu percurso iniciado há mais de uma década. Prometendo novas sonoridades, mais sombrias e mais densas. OCO é a primeira faixa a cair deste novo trabalho. É o novo single da banda, divulgada ao público no dia 18 de Fevereiro.

Em OCO, Just Under discorrem sobre o romantismo ácido de numa despedida. Com bateria e cordas bem vincadas, exploram as linguagens do indie rock num registo muito característico do grupo. A maturidade do novo tema, dá conta dos 11 anos da banda, em que somam dois EP’s, dois álbuns e dezenas de concertos. Explorando novos temas e sonoridades, os  Just Under mantêm o seu compromisso com a produção da música livre e independente. A vitalidade da banda manifesta-se também na compulsão para a contínua reinvenção, bem expressa num dos versos do novo single: “Não olhes para trás/ Já não vivemos aí”.

Just Under é uma banda de Cem Soldos, Tomar. Surge em 2006 pela reunião de quatro membros com vontade de criar e dar a conhecer as suas próprias músicas. E OCO é o seu novo single.

Ouvir Aqui

DENNY NEWMAN

Cantor / compositor (Manfred Mann’s Earth Band, The Mick Taylor Band (ex-Rolling Stones), Snowy White’s (Pink Floyd), Bluesdrivers...).

Denny vem a Portugal pela primeira vez, em Março, só para alguns concertos.

DN trabalhou com vários artistas como: Manfred  Mann, Jeff Beck, Cat Stevens, Jon Martyn, Kate Bush, Chris Rea, Mick Taylor, Snowy White, The Pirates, Van Morrison, The Yardbirds, Nine below Zero, Zoot Money e muitos, muitos mais. Em tour, percorreu os EUA, o Japão e toda a Europa com The Mick Taylor Band e, no ano passado, com Snowy White.

Denny  e o seu tema “Burying Ground” são incluídos em “The Tokyo Concerts” de Mick Taylor; tem sido descrito como “the best kept secret in British Blues”, tendo sido destacado na BBC e outras estações de Rádio e TV.

 

A SCRATCH BAND é formada por:

CHARLIE GARDNER (BAIXO)

Nascido em Londres, toca blues desde o início dos anos 60, quando o estilo surgiu pela primeira vez no cenário londrino.

Charlie tocou com The Sam Gopal Dream Band (anterior a Lemmy dos Motorhead se unir à banda), The Gothenburg Blues Band (Suécia, final dos anos 60), Skint com Sir Elton John e Beechy Colclough, The Roadhouse Blues Band (banda suporte de Status Quo), a grande lenda de Blues do Mississippi, RL Burnside, em tour pela Europa. Trabalhou com Alvin Youngblood Hart num tour no Reino Unido e, recentemente, tocou baixo para a legendária estrela dos anos 60 John Leyton and the Flames ("Johnny, Remember me") em todo o território do RU durante 2015.

Em outubro de 2016, trouxe o “Escape Committee” - Pete Sarge Frampton (ex-Poacher Country Band) e George Glover (Climax Blues Band) - para Lisboa e o BB Blues Festival na Moita e, como a Wicked Pictures Productions, tenciona trazer mais amigos músicos para Portugal num futuro próximo!

 

LENNY FALCON (BATERIA, VOZ)

O holandês Lenny estudou percussão na escola de música Sweelinck Conservatorium, em Amsterdão, em meados de 1970.

Após vários anos na música clássica, passou a tocar bateria em bandas de Rock’n’Roll na Holanda.

Juntou-se à banda de rock “Old Tennis Shoes” e percorreu toda a Europa por quase duas décadas, apoiando outras bandas como Ten Years After, Frankie Miller, The Groundhogs, Dr Feelgood, Herman Brood e Wild Romance.

LF tocou também com muitos outros artistas, como Gary P Nunn, The Country Pickers e Pride of Texas; igualmente fez tours com Mason Casey e Zack Zunis (Lester Butler Band) e trabalhou em projetos com o bem conhecido Popa Chubby.

ODRAN B LIVAS ("B"!) (TECLADO, GUITARRA, VOZ)

Nascido em Bayonne, França, mudou-se para o Reino Unido em adolescente.

Odran passou a estudar música e composição contemporânea no Dartington College of Arts e adquiriu um Mestrado em Etnomusicologia no Exmouth College. Trabalhou como guitarrista com músicos e compositores instrumentais, como PeeWee Ellis Quintet, Johnny Lippiett Quintet, Harry S Fulcher Quartet e Sextet.

Foi membro fundador do coletivo “Q” (Londres) e gravou em álbuns do Club Brasil (Sangue Latino), Louise Parker (Do not Explain), Manos (Andalusian) e Fuse (Another Road South) assim como com composições em álbuns de Dalata (“Songs from the Tin”) e Andrew Darlinson Trio (“Os Ibiscus da Luz”).

OBL escreveu os temas dos filmes “Six Foot Square” de Emma George, “Five Days” e “Street Perfume” de Miguel Luz. Em 2010 mudou-se para Portugal, tocando teclado e guitarra com várias bandas. É, com crédito, um membro da Ondajazz House Band e os seus recentes projetos incluem tocar com Rawfish lx.

 

SUPPORT ACT:  CAROLINE DAWSON

A cantora / compositora Caroline Dawson nasceu em Oslo, Noruega e vive em Portugal há 25 anos.

Começou a tocar piano aos 6 anos de idade e fez parte do duo de rock Pretty Goners na Noruega. Em 2001 lançou o seu primeiro EP e duas das canções foram usadas no soundtrack de duas telenovelas brasileiras, “As Filhas da Mãe” e “Mulheres Apaixonadas”. Tocou a solo em vários locais de Lisboa e durante o Campeonato Europeu de Futebol de 2004, lançando o seu primeiro álbum “Have you felt the change?” em 2013.

Sobre este álbum foi dito: “Caroline’s songs are simple, yet heartfelt, melodies and stories so beautifully sombre that they require no labelling.”

CD tocou no Teatro do Bairro, Fábrica Braço de Prata e Pensão Amor em Lisboa, bem como no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra. Fez parte do Coro Gulbenkian em Lisboa, interpretando “Carmina Burana” e colabora regularmente como compositora de outros artistas.

O último single “Some Days Lullaby” e o novo álbum “Enigma” foram lançados em 2016 em Portugal e on-line em todo o mundo.

Recentemente, ganhou o prémio de Melhor Álbum Folk/cantautor pela Akademia Music Awards: “This compact but dense collection of folk / singer-songwriter riches is unrelentingly emphatic and persuasive due to its smooth-as-silk diction and conscious messages.”

Atualmente está a trabalhar num novo projeto de rock / blues / funk, THE CAROLINE DAWSON BAND.

Ouvir Aqui

CONCERTOS:

 

SEXTA-FEIRA, 3 DE MARÇO ... BAFO DE BACO, LOULÉ, ALGARVE

 

SÁBADO, 4 DE MARÇO ... CASINO ESTORIL, ESTORIL, LISBOA

DOMINGO, 5 DE MARÇO ... STAIRWAY CLUB, CASCAIS, LISBOA

 

“Dancers” é o 2º single do álbum “There is a World Outside That Door” editado em Outubro de 2016.

São 10 temas rock para ouvir de seguida e que não deixam ninguém indiferente!

“O álbum está muito mais rock do que pop, que até aqui marcava mais pontos na nossa sonoridade. Continuamos numa onda muito "british" com o uso de alguns sons eletrónicos, e os pianos "saltitantes" cheios de efeitos que são já marca do que fazemos continuam presentes”.

Ouvir Aqui

''Este chão que pisamos'' é o titulo do novo disco de Pedro e os Lobos, que sublinha um caminho musical esteticamente marcado pela interligação de várias culturas e linhas musicais na busca de uma sonoridade própria.

Tendo as guitarras como figura central das suas composições, Pedro Galhoz continua a mostrar neste disco a sua paixão pela mistura de diferentes culturas, pelas bandas sonoras, pelo deserto e pelos clássicos da música americana que convivem aqui em harmonia com a lusofonia, na palavra e no sentimento.

''Este chão que pisamos'', é composto por sete temas originais em que os convidados Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta), Jorge Benvinda (Virgem Suta), Viviane, Joana Machado, Marisa Anunciação e Sónia Oliveira dão voz às palavras de Pedro Galhoz.

Para lá das canções com voz, este disco conta ainda com um tema instrumental “ Andaluzia” que pertence à banda sonora da curta metragem “ Luto branco”.

''Este chão que pisamos'' é mais um capitulo numa caminhada musical marcada pela vontade de fazer música entre amigos e consequentemente mostrar o resultado desse trabalho em disco e no palco.

 

Próximos Concertos

11 de Março |  Évora, Teatro Municipal Garcia de Resende

06 de Maio | Famalicão, Casa das Artes

Pág. 1 de 6
Go to top