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Falidos na Falésia é o mais recente disco de malMORTO, o one man project do músico e letrista Hugo Costa (ex-Líderes da Nova Mensagem e dR.estranhoamor).

Em Falidos na Falésia (que tem como subtítulo Uma Sinfonia de Verão) o músico evoca paisagens líricas e musicais de verões passados. De caminho, citam-se ainda os Red House Painters, Sam Shepard (no tema Loucos por Amor, de título roubado ao actor e dramaturgo americano) ou um Lou Reed passeando por Coney Island, no single Falidos na Falésia.

Já com alguns EP editados digitalmente malMORTO tem a cada disco tentado abordagens líricas e estéticas diferentes - do registo da pop clássica ao low-fi, passando pelas electrónicas e pela spoken word - sem nunca se colar em demasia a um estilo. Falidos na Falésia está já disponível para download no Bandcamp. O disco chega às outras  plataformas digitais ainda este mês.

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16 Dezembro no Porto - 22h30

Álbum de estreia homónimo já disponível (ed. Lux Records)

"Games", single de avanço do primeiro trabalho de um dos mais interessantes projectos musicais portugueses dos últimos anos, já roda nas rádios

Os Ghost Hunt são uma das bandas escolhidas para a próxima noite Super Nova.

O conceito é simples: um cabeça de cartaz, duas bandas emergentes e um DJ para prolongar a noite. São assim as noites de Dezembro no bar Maus Hábitos, no Porto.

Pedro Oliveira [ex-Spider, Blarmino] e Pedro Chau [baixista dos The Parkinsons], levam assim, pela primeira vez ao Porto, o extraordinário conjunto de temas incluídos no álbum de estreia, todos construídos à volta de sintetizadores e guitarras, exercício estético de acumulação e transfiguração de inúmeras referências musicais.

Dia 16 de Dezembro, pelas 22h30, nos Maus Hábitos.

A entrada é entrada livre.

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Os MOONSPELL comentam, por Fernando Ribeiro (voz): “Nunca nenhum de nós poderia ter antecipado isto. De todo. Esta possibilidade (tornada real) de após 20 anos, de estar a celebrar um disco e, porque não, uma época de grande música, de fusão, de experimentalismo e liberdade. Este disco será sempre o nosso ponto alto. A nossa pedra de toque. Não que os outros discos sejam menores, nada disso. É só que com o Irreligious sentimos que fazemos parte de um estilo novo, uma fusão nova que nascia ali e a qual estávamos ajudar a definir. Algo Europeu, com a marca Portuguesa, algo novo no Underground, algo clássico, místico. Um belo animal, nascido do encontro de uma noite eterna entre metal e goth. Um filho deles. Iremos tocar alguns concertos para celebrar estas duas décadas. Em Portugal (visitem-nos!), pela Europa…apareçam. E…finalmente, graças à Century Media, a editora que nos descobriu e abriu portas, iremos também trabalhar numa edição em vinil do single Opium (mais novidades em breve). Enfim, razões para celebrar connosco pois quando se celebra pela música, a celebração torna-se viva, num valor que nunca como agora foi posto em causa, que nunca esteve tão frágil num mundo que se recusa a livrar-se do fanatismo da religião. A música abraça valores mais altos e escolheram sempre a beleza em vez do terror."

OPIUM

“É a nossa canção mais conhecida. Se fossemos uma banda Pop/Rock, teria sido o nosso one hit wonder, os nossos 3 minutos de fama. Mas não foi. Tornou-se sim numa canção que atravessou países, mudou mentalidades e trouxe muita gente diferente ao contacto com os Moonspell. Já tocamos a Opium em clubes para muita gente, para pouca; para festivais massivos, em festas de aldeia. Elétrica, acústica, nas melhores listas de karaoke, em adegas entre amigos, em quartos fechados, em África, América, Austrália, Europa, Ásia. Em Portugal. Em Casablanca. Em Pequim. Ontem, hoje , amanhã, sempre connosco unindo os nossos fãs, salvando concertos, arrancando pessoas dos sofás para a pista dos clubes mais dark de Berlim ou Lisboa.”

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Os Guns N'Roses atuam no Passeio Marítimo de Algés no próximo dia 2 de junho

Foi confirmado o concerto que marca a reunião dos Guns N'Roses, e a data anunciada é o dia 2 de junho de 2017.

O local onde decorrerá o concerto é o Passeio Marítimo de Algés. Este regresso a Portugal está incluído na digressão "Not in This Lifetime".

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“BENDITA ERA EU” É O PRIMEIRO ORIGINAL EM 7 ANOS

O tema “Bendita era Eu”, primeiro avanço do álbum a ser editado em 2017, com produção entregue a Frederico Pereira, traz-nos uma Margarida envolvida em ambientes pop electrónicos tão actuais quanto sofisticados, a cruzar assumidamente a língua portuguesa com uma sonoridade musical global. O videoclip, realizado por José Pedro Sousa, já está disponível.

Margarida Pinto levanta assim o véu sobre o seu terceiro trabalho de originais em tom de recomeço, com um percurso marcado por uma transformação pessoal e criativa que não poderia deixar de se reflectir no novo disco. “Apontamento”, o primeiro álbum a solo de Margarida Pinto, editado em 2005, apresentou-nos uma Margarida de voz melódica e de ambiente jazzístico e poético, registo que viria a ter continuidade no EP “A Aprendizagem” de 2009, num percurso que começou emprestando a voz aos ambientes trip-hop dos Coldfinger.

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Music” é o título do novo álbum do baixista Ciro Cruz. O álbum é composto por temas cheios de histórias da vida do músico.  Encontra-se em formato digital em 242 países.

 

 

O tema "I Always Need to Dance" é uma releitura da sua própria música lançada em 1996 no Rio de Janeiro pela sua banda na altura  (MR Groove).

 

 

O álbum "Music" conta com a participação de  grandes músicos: Pedro Jóia, João Barradas, Vicky Marques, Cherry Garcia, Jeferson Negreiros, MC Zuca e Diogo Duque . Gravado por Makoto Yagyu, baixista da Banda Paus, também conta com o grande contributo do saxofonista Ricardo Branco. Filipe Chaves (bateria) e Nuno Tavares (teclados) são os músicos que trabalharam e gravaram todos os temas do álbum "Music".

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"A Prosa da Situação" é o novo single de Aline Frazão, que segundo a artista "conta a estória de um Rei, um Reino e uma certa vontade de gritar.

Irónica e corrosiva, é certamente a música mais catártica do Insular."

Aline Frazão continua a digressão internacional de “Insular”, com concertos na Europa e em África, mas ultima agora os contornos do espectáculo que apresenta, este mês, em Lisboa, Porto, Coimbra e Ponta Delgada. O mais recente álbum será o ponto de partida para estes concertos que incluem também temas inéditos do seu repertório e passam ainda pelos trabalhos anteriores – “Movimento” (2013) e “Clave Bantu” (2011). O Teatro Tivoli BBVA será a primeira sala a receber o espectáculo, a 14 de Outubro, seguindo-se a Casa da Música, dia 15, o Auditório do Conservatório de Música de Coimbra, dia 27, e o Teatro Micaelense, no dia 29. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

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O ano de 2015 foi nada mais que um dos anos mais intensos da história dos Moonspell. Após o lançamento do seu disco mais recente (Extinct, Março de 2015, nº1 no Top de vendas nacional), a banda embarcou numa tour com cerca de 120 datas, que os levou a toda a Europa, Estados Unidos, México, Colômbia e Brasil, com destaque para uma prestação fulgurante no Rock in Rio, no Rio de Janeiro, edição comemorativa dos 30 anos do festival, que colheu os melhores elogios do público e Imprensa brasileira.
2016 Inicia-se já na estrada, com concertos agendados um pouco por todo o mundo. Também em Portugal Já existem datas marcadas como por exemplo em Março, vão estar presentes no dia 23 na Quinzena da Juventude em Almada.
Para 2016 está ainda prevista a gravação do seu segundo DVD ao vivo.

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