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Redação

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A NEW TALENTS LISBON é a oportunidade para os novos talentos mostrarem o que valem.

A LX Music, em parceria com a Digipro Academy, apresenta a LXM Academy. A academia dá-te a oportunidade de aprender produção musical e deejaying com os artistas mais respeitados do panorama nacional com música lançada em editoras de renome como a Cocoon, Suara, Connaiseur, FLASH, Proton, Great Stuff Recordings, Galaktika e com actuações em clubes e festivais como o Fabric, Rex, Lux, Gare, Rock In Rio, Boom Festival e muitos outros. A Lxm Academy situa-se na Rua Casimiro Freire nº1, onde encontras todo o material necessário para poderes dar os primeiros passos em produção de musica electrónica ou mixares as tuas primeiras músicas enquanto Dj.

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Com apoio de: Rádio Utopia - www.facebook.com/radioutopia.pt

The Start “conta com as participações do rapper canadiano Loren Dayle e da vocalista Sofia Pires.

Realizado pela mesma equipa que orquestrou o vídeo para o single "The Name of Love", Tadeusz Januszewski, porém, foi mais longe na história desta curta metragem, abordando de forma crua e misteriosa a violência doméstica.

Sonia Latka foi a escolhida para o papel principal o que poderá se revelar ainda mais curioso, sendo a mesma a atriz principal do Video anterior: " Queríamos que as pessoas pudessem talvez, pensar que este novo vídeo fosse uma sequela do “The Name of Love"... Que houvesse uma história interligada entre os dois vídeos", revela o vocalista e mentor do projeto Marcos César.

Este é o segundo single dos Urban Tales depois de um interregno de 5 anos. Os Urban Tales voltaram!

Marcos César diz:  "Vamos estar muito ativos este ano e com muitas cenas novas pelo caminho, fiquem atentos".

O single “The Start feat. Loren Dayle” disponível em formato digital.

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Os últimos meses foram intensos para Kadypslon. Lançou o álbum de estreia, “Refúgio”, do qual já foram extraídos dois singles, “Malta Perdida” e “A Cultura” e percorreu as lojas FNAC de Lisboa. Agora prepara-se para rumar ao Algarve para mais dois showcases levando o hip hop até ao sul do país!

Nos dias 14 e 15 de Abril, Kadypslon atuará na FNAC Faro e na FNAC AlgarveShopping, respetivamente, sendo estas duas oportunidades únicas para escutar ao vivo um dos mais ativos valores da cena hip hop nacional.

14.04 | FNAC @ Faro, 16h

15.04 | FNAC @ AlgarveShopping, 16h

Nascido em meados dos anos 90 nos subúrbios de Lisboa, em Santo António dos Cavaleiros, Kadypslon descobriu por volta dos 14 anos a paixão pela poesia e pelo movimento hip hop.

Durante cinco anos foi aperfeiçoando o seu dom juntamente com dois primos, até que decidiu emigrar, devido à falta de condições e oportunidades no seu país.

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 Venda e bilhetes ilegais na mira da ASAE

 

 

A ASEA vai passar a exercer um maior controlo e fiscalização no que diz respeito à venda ilegal de bilhetes para festivais e concertos. Na mira estão vendas efetuadas nas plataformas digitais e grupos de redes sociais. A venda de ingressos acima do preço estabelecido constitui um crime de especulação ao abrigo do decreto de lei 28/84, que se enquadra nos delitos antieconómicos. Foram já efetuadas várias detenções nesta operação denominada “operação Concerto on Line”. Sobre escrutínio estão os festivais e concertos com maior afluência ou com bilhetes já esgotados. 

Katak é Vitor Peixeiro, um artista multifacetado. Desde a música, passando pela fotografia, vídeo e teatro, em todas as áreas se entrega com paixão, tentando sempre inovar qualquer que seja a área a que se dedique. Multi-instrumentista, tenta expressar-se e criar sons diferentes, ora simplesmente utilizando a voz, ora tocando uma guitarra ou uma flauta. O seu cunho pessoal está patente em qualquer projecto que se envolva dado que não assume exclusivamente um único estilo musical. É o cruzamento das suas raízes multiculturais e pluriartísticas que resulta numa personagem abrangente e imprevisível.

Katak fez parte de projectos musicais como Snail, Fábrica de Sonhos, Lf Cool, Canto Nono, entre outros. Compôs a banda sonora para o documentário “Irmãos” de Pedro Magano, assim como o de “A Um Mar de Distância” do mesmo realizador. Uma colaboração que segue dando frutos. Neste momento, com Katak, Vitor Peixeiro inicia uma etapa a solo na qual deseja quebrar barreiras musicais e visuais com o trabalho “A Cappela” que será lançado em breve. 

It's all in the rhythm" é a primeira amostra de “A Capella” que, como o nome indica, foi totalmente gravado com a utilização exclusiva da voz para a criação e gravação dos temas.

Com produção e gravação de Vitor Peixeiro, “It's All in The Rhythm” surge da experimentação com loopstation e a “colagem” de camadas sonoras sobrepostas com o fim de criar um tema e não apenas improvisações sem rumo. 

O vídeo foi gravado na baixa do Porto na sua maioria. A edição esteve a cargo de Vitor Peixeiro.

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The Traveler é o novo single de Mazgani, que antecipa o próximo álbum de originais que chegará às lojas em Setembro. Depois do álbum de versões, Lifeboat, editado em 2015, em que nos trouxe a sua versão pessoal de temas de Chavela Vargas, Elvis Presley, PJ Harvey ou Leonard Cohen “gente que nos impede que o céu nos caia em cima”, como acertadamente se escreveu na imprensa portuguesa, é com The Traveler, que Mazgani regressa à escrita das suas próprias canções: "Julgo que a canção fala daquilo que não há e daquilo que não pode haver. Talvez seja a história de um viajante que se dirige para uma terra que se vai afastando", descreve o luso-iraniano.

O videoclipe para este tema foi realizado por Edgar Keats.

Sobre o novo disco

Mazgani produziu o novo disco juntamente com PEIXE, que também gravou guitarras. No baixo contou com Victor Coimbra e na bateria Isaac Achega. Este novo trabalho foi gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho.

 

"Entre a feitura dos arranjos e a gravação, todo o processo foi muito célere. Permitimo-nos uma abordagem orgânica e espontânea aos temas no estúdio, procurando não nos afastar do ímpeto inicial que as canções suscitaram na sala de ensaio. Muitas das primeiras soluções que encontrámos para as músicas são as que aparecem no disco. Esta abordagem só foi possível graças à singular capacidade de leitura das canções que o Nelson tem, ajustando imediatamente o leme de acordo com a direcção que queríamos seguir e a geografia que queríamos explorar". Mazgani

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Fly the Sun e Bless the Mess, duas das novas forças emergentes do rock nacional, unem esforços para uma noite repleta de eletricidade a rodos com a chancela da Music For All, no Texas Bar em Leiria, a 15 de Abril.

Ambos os concertos servirão de apresentação aos registos de estreia da banda – o EP homónimo já editado dos Fly The Sun e “Low Blow” dos Bless the Mess, a ser editado no início de Maio – estando a abertura de portas prevista para as 22h e os bilhetes já disponíveis ao preço de 4€.

É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões (voz e guitarra/piano), Filipe Guerreiro (guitarra), Paulo Ferreira (bateria) e Carlos Mano (baixo) que brotam as letras e músicas dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

No início de 2017 editam o EP de estreia homónimo - que recolhe as já citadas influências em cinco inéditos de inegável solidez, já apresentado ao vivo em espaços como o Musicbox e B.Leza. Os Bless the Mess, por seu lado, são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal. Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.

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No ano em que comemora 40 anos de carreira, Luís Represas prepara-se para lançar o seu mais recente álbum de originais que está já em fase de finalização, o oitavo da sua discografia.

O primeiro single deste trabalho intitula-se “Se achas que sim” e contou com a colaboração dos produtores Fred dos Orelha Negra e B Fachada, os restantes temas deste mais recente trabalho vão poder ser ouvidos em Elvas no dia 22 de Abril num espetáculo que promete também fazer uma retrospetiva pela carreira musical do cantor.

 

Para abrilhantar ainda mais a noite Luís Represas tem como convidados Carlos do Carmo, Vitorino d´Almeida e Cuca Roseta.

 

Vai decorrer de 6 de Abril a 25 de Maio o ciclo de cinema As Imagens Reencontradas, que terá entrada livre, às quintas-feiras, pelas 18:30, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa. Esta iniciativa pretende partilhar momentos fulcrais da História do Cinema com os outros, quer se encontrem dentro ou fora da comunidade académica.

O ciclo As Imagens Reencontradas, com curadoria de Tiago J. Silva (estagiário curricular no Núcleo de Programação Cultural da Reitoria da UL), organiza-se com o objectivo de cumprir aquele propósito, problematizando questões relacionadas com a cinefilia e, por esse motivo, tentando fazer justiça às memórias e imagens que recordamos da História do Cinema. As sessões do ciclo contarão sempre com convidados que fazem uma breve apresentação do filme: António M. Feijó, Clara Rowland, Fernando Guerreiro, Ivo Canelas, Mário Jorge Torres, Simão Valente e Tiago J. Silva. A escolha dos filmes coube a cada convidado, e pediu-se apenas que se cumprisse um requisito: o filme em questão tem de ser um filme que recordem da História do Cinema — e, portanto, um dos filmes das suas vidas.

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