As 5 tendências em 2019 para os festivais de música

Written by on Maio 30, 2019

Segundo a APORFEST, cada vez mais massificada, a indústria dos festivais de música necessita de estar em constante processo de inovação e mudança. O que antes era utilizado muitas vezes atualmente não é suficiente. Com a inúmera concorrência a nível nacional e internacional é de extrema importância conseguir diferenciar o seu produto e saber comunicá-lo. Comunicar que se é pioneiro é fundamental, tanto em grandes festivais internacionais como em Portugal e por isso importa incorporar de forma célere as mais variadas tendências em diferentes áreas, seja a nível de experiência ao consumidor como de facilitação de produção e organização destes eventos.

1. Experiência VR/AR

A tecnologia de Realidade Aumentada, ou Realidade Virtual é uma tecnologia recente, que consiste na integração de elementos ou informações virtuais a visualizações no mundo real. O Coachella proporcionou aos seus frequentadores uma experiência de palco completamente imersiva com esta nova tecnologia de realidade aumentada, através dos smartphones.
Em Portugal, este ano a tecnologia de realidade aumentada foi aplicada no Festival Imaginarius.

2. Glamping

Pode-se dizer que o Glamping é o campismo 2.0, para quem não aprecia montar uma tenda na lama e dormir num saco-cama sem se conseguir mexer. É a vertente mais glamorosa do campismo, que se assemelha a um hotel ao ar livre.

3. Sustentabilidade

A noção de que o lixo produzido neste tipo de eventos é prejudicial ao ambiente não é novidade.

4. Cashless

A tecnologia cashless, associada a pagamentos sem dinheiro ou cartões, também já não é novidade. Começou a dar os seus primeiros passos nos festivais em 2015 mas cada vez mais há um incentivo à sua integração total nos festivais, onde todos os parceiros, seja restauração, merchandising ou outros se encontram “ligados” a esta tecnologia.

5. Bilhética direta

A compra de bilhetes para os festivais nem sempre é um processo fácil e de absoluta confiança para o seu público – muitas bilhéticas, informação dispersa e dificuldade na entrada do recinto. Muitos festivais, nomeadamente os de maior dimensão, estão a apostar em plataformas de bilhética próprias ou centralizarem em si essa compra, em vez de utilizarem plataformas parceiras, de forma a aumentar a venda por impulso e a obtenção de informação e perfil dos seus consumidores. Por cá eventos como o Boom Festival e o Rfm Somnii já utilizam essas ferramentas.

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