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D’Alva estreiam canções e merchandise no NOS ALIVE

Written by on Julho 12, 2018

Segundo álbum chegará às lojas a 12 de Outubro

D’Alva regressam a um grande festival que os acolheu no início da carreira e vão estrear ao vivo canções do novo disco no dia 12 de Julho às 20h15 no palco Clubbing do festival NOS Alive em Oeiras. Sir Scratch e Ana Cláudia vão juntar-se a eles em palco desta vez.

No mesmo dia, e durante todo o festival, podem ser encontradas à venda pela primeira vez as t-shirts dos D’Alva criadas por Ben Monteiro para a ocasião. As t-shirts D’Alive estarão disponíveis no stand de merchandise do festival em tamanhos S, M, L, XL, 2XL e também criança.

“Não há verdade sem consequência, mas há uma diferença entre não saber e não querer saber” é a primeira frase da primeira canção a ser composta para o segundo longa-duração dos D’Alva, marinado num pós-guerra de pós-verdade, pós-factos alternativos e dissonâncias afins.

Neste single “não-single”, sem filtro, sem recurso a fórmulas seguras, de algum modo incómodo e contrastante com a ideia dos D’Alva a que nos habituámos, o refrão orelhudo não ficou esquecido. Sonicamente é a fusão entre um soul punk e o inescapável novo rock n’ roll — o hip-hop —, algures entre Jack White e Kendrick Lamar.

Muito bem recebida pelas rádios onde continua em alta rotação, pelos fãs e pelos curadores oficiais de playlists como Pop PT do Spotify e Deezer Picks, desengane-se quem pensa que esta canção revela o tom do disco que será editado a 12 de Outubro. Trata-se apenas de uma pequena parte do todo.

Para a concepção da capa deste lançamento, foi concedida total liberdade criativa a Bráulio Amado, designer e ilustrador português residente em Nova Iorque, responsável por capas de discos de artistas como Beck, Róisín Murphy e Frank Ocean e de publicações como a New York Times Magazine.

videoclipe (mais uma vez D.I.Y.) é colorido mas no entanto deslavado, desfocado e desfasado, e continua a narrativa deste glitch cultural e existencial em que nos encontramos. Não tece preceitos ou juízos, não faz afirmações, e, mais do que colocar questões, abre as caixas onde as guardamos. Abre-as e expõe-nas.


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