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Nowhere To Be Found apresentam “Closer” feat. Emily Lazar

Written by on Maio 1, 2018

Lançamento do single 18 de maio

Surgem em 2014 e com um álbum de estreia em 2016. Para os Nowhere To Be Found, 2017 assume-se o ano da confirmação: produzem e gravam com o sueco Henrik Udd, “Produtor do Ano 2017” nos Heavy Music Awards, e masterizam em Nova Iorque com Ted Jensen, lendário engenheiro de som – vencedor de um Grammy e nomeado para outros quatro – o preferido de gigantes como os Metallica, Green Day, Muse, Deftones, Slipknot, Paul McCartney, Madonna ou Coldplay. Pelo meio, confirmando o potencial das novas músicas, conseguem o primeiro featuring europeu de Matty Mullins, frontman dos norte-americanos Memphis May Fire (cujos 3 mais recentes álbuns alcançaram o top10 US Billboard) e também de Emily Lazar dos September Mourning, norte-americanos recorrentes nas tours de Marylin Manson.

O segundo álbum dos Nowhere To Be Found encontra-se em fase de produção, com o sueco Henrik Udd e as gravações nos estúdios Wrecords, com lançamento previsto ainda em 2018.

“Closer” é o single de avanço, uma versão do original dos The Chainsmokers, com featuring de Emily Lazar dos norte-americanos September Mourning.

 

 

Os Nowhere To Be Found ligam o interruptor em 2014, como “Insch”, nome com que viriam a ser conhecidos pelo grande público nos 3 anos seguintes. Tiago Duarte (guitarra e voz) Manel Gomes (baixo) e Miguel Rodrigues
(bateria) assumem um inocente começo: o compromisso é apenas matar a imensa saudade de tocar e partilhar as emoções e cumplicidades claras de uma amizadede infância. Da sala de ensaios avistam-se as ondas da Ericeira que rebentam nas suas canções em ecos do metal alternativo de bandas como Deftones, Bring Me The Horizon, Pierce The Veil, Of Mice & Men ou Architects.

Em 2015 são considerados “banda do ano” pela BalconyTV Lisboa e “uma banda que tem mesmo de começar a ouvir” pela New In Town, despertando a atenção do público e da crítica. Em maio de 2016 chega o primeiro álbum, Safe Haven (significado da palavra “Insch”), totalmente produzido e gravado na sala de ensaios do trio na Ericeira, com Wilson Silva (More Than A Thousand) ao leme, que desde então acompanha a banda desde o trabalho base de criação musical à gravaçãoem estúdio. Longe das playlists das rádios de alcance nacional, o público premeia o lançamento em versão de autor com a presença no top10 nacional de vendas digitais logo na sua primeira
semana. Aposta ganha. Ao longo dos dois anos seguintes correm o país, de norte a sul, pisando palcos de referência como os do Sumol Summer Fest, Musicbox, Hard Club, Concentração Motard de Faro, Bafo de Baco, RCA Club, Texas Bar, Cine Incrível e muitos outros.

2017 assume-se o ano da confirmação e conseguem o que nenhuma banda nacional havia antes conseguido: produzem e gravam com o sueco Henrik Udd, “Produtor do Ano 2017” nos Heavy Music Awards, e masterizam em Nova Iorque com Ted Jensen, lendário engenheiro de som – vencedor de um Grammy e nomeado para outros quatro – o preferido de gigantes como os Metallica, Green Day, Muse, Deftones, Slipknot, Paul McCartney, Madonna ou Coldplay. Pelo meio, confirmando o potencial das novas músicas, conseguem o primeiro featuring europeu de Matty Mullins, frontman da banda norte-americana Memphis May Fire (cujos 3 mais recentes álbuns
alcançaram o top10 US billboard) e também de Emily Lazar dos September Mourning, norte-americanos recorrentes nas tours de Marylin Manson. No final de 2017 decidem assumir uma nova identidade e renascem
como Nowhere To Be Found, agora como quarteto com o guitarrista João Quintais.


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